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O que é a linguagem de programação Java

Java é uma linguagem de programação altamente utilizada nos dias de hoje. Mas afinal, o que é a linguagem?

Foi desenvolvida na década de 1990 por uma equipe de programadores chefiada por James Gosling, na da empresa Sun Microsystems.

Variadamente das linguagens convencionais,que são compiladas para código procedente, a linguagem Java é compilada para um “bytecode” que é executado por uma máquina intermediária que interpreta o “bytecode”, chamada popularmente como Máquina Virtual.

Para conhecer mais sobre linguagens de programação, sugerimos o site curso PHP do Zero ao Profissional.

História da linguagem Java

Na Sun Microsystems, nasceu do GreenProject precisamente em 1991, foi literalmente o berço do Java, uma linguagem de programação orientada a objetos (OO) mais popular do período. Sem dúvida, a linguagem causou uma grande revolução em todo o mercado.

Os mentores do projeto eram Patrick Naughton,Mike Sheridan, e James Gosling.

O propósito do projeto não era a obra de uma nova linguagem, porém precipitar e idealizar uma revolução dentro das linguagens, e de fato, sua proposta alcançou seu objetivo.

Eles acreditavam que, em um tempo, haveria uma convergência dos computadores com os equipamentos e eletrodomésticos comumente usados pelas indivíduos no seu dia-a-dia.

Para comprovar a possibilidade desta ideia, 13 indivíduos trabalharam arduamente ao longo 18 meses.

No verão de 1992, eles emergiram de um sala de Sand Hill Roadno Menlo Park com uma evidência ligado da idéia principiante.

O próximo passo era obter um mercado.

A equipe achava que uma ótima ideia seria controlar televisões e vídeo por pleito com o equipamento.

Em maio de 1995, a plataforma Java foi adotada mais depressa que qualquer outra linguagem na história do desenvolvimento.

Em 2003 Java atingiu a marca de 4 milhões de desenvolvedores ao redor do mundo.

Java continuou crescendo e hoje é uma referência no mercado de progresso de aplicativo.

Java tornou-se popular pelo seu utilização na Internet e hoje tem seu local de execução presente em navegadores, mainframes, sistemas operacionais, smartphones, televisões, entre outros.

Padronização

Em 1997 a Sun Microsystems tentou reduzir-se a linguagem a padronização pelos orgãos ISO/IEC e ECMA, porém acabou desistindo.

Java também é um standard de fato,que é controlada por meio da JCP Java Community Process.

Em 13 de Novembro de 2006, a Sun lançou a maior parte do Java como Aplicativo Desocupado sob os termos da GNU Chefe Public License(GPL). Em 8 de Maio de 2007 a Sun finalizou o processamento, tornando praticamente todo o código Java como aplicativo de código-aberto, pouco uma jovem quantidade que a Sun não possui copyright.

A máquina Virtual do Java e seus benefícios

Programas Java não são traduzidos para linguagem de máquina, ao contrário da maioria das linguagens da época. Elas são utilizadas dentro de uma uma linguagem intermediária, chamada de bytecodes, como falamos anteriormente.

Os bytecodes são interpretados pela máquina virtual Java (JVM – Java Virtual Machine).

Várias indivíduos acreditam que por pleito desse processamento, o código interpretado Java tem baixo performance.

Ao longo bastante tempo esta foi uma afirmação verdadeira. No entanto novos avanços evidencia tornado-o compilador dinâmico (a JVM), em vários casos, mais eficiente que o compilador paralisado.

Java hoje já tem um performance próximo do C++. Ou seja possível graças a otimizações como a compilação especulativa, que usufrui o tempo desnecessário do processador para pré-compilar bytecode para código seguinte.

O Java também tem uma outra dano considerável em programas que fazem o uso de muito processamento numérico.

O padrão Java possui uma enumeração rígida de como precisam ter êxito os tipos numéricos. Essa especificação não condiz com a elaboração de pontos flutuantes na maior parte dos processadores o que faz com que o Java seja incrivelmente mais frouxo para estas aplicações quando comparado a outras linguagens.

Os bytecodes fabricados pelos compiladores Java podem ser usados num processamento de engenharia reversa para a recuperação do programa-fonte sui generis.

Esta é uma característica que atinge em menor nível todas as linguagens compiladas. No entanto, já há hoje tecnologias que “embaralham” e até mesmo criptografam os bytecodes quase impedindo-a engenharia reversa.